Allan Kardec, no livro Obras Póstumas, escreve um capítulo intitulado “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” onde diz: “ Estas três palavras constituem, por si só, o programa de toda uma ordem social que realizaria o mais absoluto progresso da humanidade (...) a fraternidade (...) resume todos os deveres dos homens para com os outros”, significando, entre outras coisas: tolerância.

Tolerância significa, para Antonio Houaiss, (s.f.)1-ato ou efeito de tolerar, indulgência, condescendência 2 - qualidade ou condição de tolerante 3- tendência a admitir, nos outros, maneiras de pensar, de agir e de sentir diferentes ou mesmo diametralmente  opostas às nossas.

Hoje, mais do que tolerar, necessitamos de desenvolver dentro de nós, a consciência do respeito às diferenças, na certeza de que elas somam.

Quando Felipe fala sobre Jesus a Natanael, no Novo Testamento (João, 1.46), o preconceito fica visível na pergunta de Natanael : “Pode  haver alguma coisa boa vinda de Nazaré?” Hoje equivale a dizer : “ tirou carteira na Paraíba?” , “todo baiano é preguiçoso!” , “fulano  não mora, se esconde.”

No Livro dos Espíritos, encontramos a seguinte informação (cap. X – 3ª  parte): não há no mundo posições em que o homem possa gozar de absoluta liberdade, a não ser, da do eremita do deserto, pois desde que juntos estejam dois homens, há entre eles direitos recíprocos que lhes cumpre RESPEITAR.

No cap.IX – 3ª parte, acrescenta que, perante Deus, são iguais todos os homens, a diferença entre eles está na DIVERSIDADE dos graus da experiência alcançada e da vontade com que agem. Necessário é a VARIEDADE DAS APTIDÕES, a fim de que cada um seja um instrumento da providência divina.

Esperamos que essas informações sejam o início de outros diálogos em relação às diversas formas de preconceito e a posturas que não condizem com mais de dois mil anos de Cristianismo e com os avanços dos conhecimentos científicos. Estabelecer uma  relação de paz com os diferentes ( raça, moradia, religião, orientação sexual, idade etc.) é mostrar uma atitude de amor,  além de humana.

Allan Kardec, no livro Obras Póstumas, escreve um capítulo intitulado “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” onde diz: “ Estas três palavras constituem, por si só, o programa de toda uma ordem social que realizaria o mais absoluto progresso da humanidade (...) a fraternidade (...) resume todos os deveres dos homens para com os outros”, significando, entre outras coisas: tolerância.

Tolerância significa, para Antonio Houaiss, (s.f.)1-ato ou efeito de tolerar, indulgência, condescendência 2 - qualidade ou condição de tolerante 3- tendência a admitir, nos outros, maneiras de pensar, de agir e de sentir diferentes ou mesmo diametralmente  opostas às nossas.

Hoje, mais do que tolerar, necessitamos de desenvolver dentro de nós, a consciência do respeito às diferenças, na certeza de que elas somam.

Quando Felipe fala sobre Jesus a Natanael, no Novo Testamento (João, 1.46), o preconceito fica visível na pergunta de Natanael : “Pode  haver alguma coisa boa vinda de Nazaré?” Hoje equivale a dizer : “ tirou carteira na Paraíba?” , “todo baiano é preguiçoso!” , “fulano  não mora, se esconde.”

No Livro dos Espíritos, encontramos a seguinte informação (cap. X – 3ª  parte): não há no mundo posições em que o homem possa gozar de absoluta liberdade, a não ser, da do eremita do deserto, pois desde que juntos estejam dois homens, há entre eles direitos recíprocos que lhes cumpre RESPEITAR.

No cap.IX – 3ª parte, acrescenta que, perante Deus, são iguais todos os homens, a diferença entre eles está na DIVERSIDADE dos graus da experiência alcançada e da vontade com que agem. Necessário é a VARIEDADE DAS APTIDÕES, a fim de que cada um seja um instrumento da providência divina. 

Esperamos que essas informações sejam o início de outros diálogos em relação às diversas formas de preconceito e a posturas que não condizem com mais de dois mil anos de Cristianismo e com os avanços dos conhecimentos científicos. Estabelecer uma  relação de paz com os diferentes ( raça, moradia, religião, orientação sexual, idade etc.) é mostrar uma atitude de amor,  além de humana.

Autor: Gustavo Filizola (PE)

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